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Mostrando postagens de 2014

As urnas se manifestaram. Será?

O apertado triunfo eleitoral de Dilma Rousseff sobre Aécio Neves, por pouco mais de 3 milhões de votos, teve para o PT sabor de derrota. Para alcançar esse triunfo foi preciso fazer uma campanha nada ética, com todo tipo de acusações falsas aos adversários, e praticar deslavada fraude eleitoral. Houve denúncias por todo o país: urnas eletrônicas que votavam sozinhas, já abriam com centenas de votos a favor do PT, ou eleitores que chegavam à seção e descobriam que alguém já tinha votado por eles. Em muitos casos fotografado, filmado e devidamente postado na internet pelos afetados. Há anos discutíamos a possibilidade muito real de fraude eleitoral com as urnas eletrônicas Smartmatic da empresa  Diebold que, por esse mesmo motivo, foram rejeitadas em diversos países, incluindo os EUA, lugar de origem da engenhoca. Nas eleições presidenciais americanas de 2000, essas urnas ficaram famosas por roubarem votos do candidato democrata Al Gore em favor do republicano  Georg...

PETOBÁIZ

Nos idos de 2002 chegava a ser cansativa a forma como antes, durante e até depois da campanha, o candidato e presidente-eleito Lula martelava incessantemente com o bordão Petobáiz , no particular sotaque do chefe do PT. Em seus discursos, FHC e o PSDB representavam o demônio que tinha “privatizado” a maior estatal brasileira, que Lula e o PT iriam resgatar para o povo brasileiro. As acusações iam desde entregar o patrimônio nacional ao capital privado, até a compra superfaturada de plataformas no exterior, prejudicando a indústria e os trabalhadores brasileiros. De tanto insistir ao melhor estilo Joseph Goebbels (o famoso ministro da propaganda de Hitler) com acusações falsas que disparava sem nunca provar, e com a conveniente ajuda de um espirro do sistema capitalista mundial, a maioria do eleitorado brasileiro - que pouco antes tinha se refestelado na orgia de consumo do Plano Real - se assustou e permitiu ao Lula o que ele, confessadamente, tanto desejava: chegar ao poder. ...

2015, una fecha demasiado lejos

“Un puente demasiado lejos” (“A bridge too far”) fue una superproducción multiestelar de 1977 que por aquellos años debo haber visto en alguno de los cines de la Av. Corrientes. La película cuenta el fallido intento, en los estertores de la Segunda Guerra Mundial, de las fuerzas aliadas para conquistar y volar tres puentes sobre el río Reno detrás de las líneas alemanas. Así se presenta hoy en Argentina octubre de 2015: demasiado lejos. Al paso que vamos, el país no se aguanta hasta el año próximo sin una grave debacle económica y social. Después de 11 años en el poder que se completan en mayo, el kirchnerismo no puede echarle la culpa de su inoperancia a nadie. Si aplicaran para gobernar la misma eficiencia que exhiben para multiplicar sus patrimonios personales Argentina sería el país más rico del mundo. Todo les sale mal y la culpa es siempre de losostros. La inflación, de los empresarios gananciosos. Los cortes de energía, de alguien que “bajó la palanca” o de gente qu...