O apertado
triunfo eleitoral de Dilma Rousseff sobre Aécio Neves, por pouco mais de 3
milhões de votos, teve para o PT sabor de derrota. Para alcançar esse triunfo
foi preciso fazer uma campanha nada ética, com todo tipo de acusações falsas
aos adversários, e praticar deslavada fraude eleitoral.
Houve denúncias por
todo o país: urnas eletrônicas que votavam sozinhas, já abriam com centenas
de votos a favor do PT, ou eleitores que chegavam à seção e descobriam que
alguém já tinha votado por eles. Em muitos casos fotografado, filmado e devidamente
postado na internet pelos afetados.
Há anos discutíamos a possibilidade muito real de fraude eleitoral com as urnas
eletrônicas Smartmatic da empresa Diebold que, por esse mesmo motivo, foram rejeitadas em diversos
países, incluindo os EUA, lugar de origem da engenhoca. Nas eleições presidenciais
americanas de 2000, essas urnas ficaram famosas por roubarem votos do candidato
democrata Al Gore em favor do republicano George W. Bush, que acabou ganhando a
eleição depois de uma demorada e controvertida decisão da Corte Suprema dos
EUA.
O problema
não é a urna eletrônica em si, que já demonstrou ser capaz de reduzir em muito
o tempo de apuração de uma eleição. A principal preocupação é com a comprovada fragilidade
do sistema utilizado, que pode ser – como de fato foi – facilmente adulterado. Em
um país como o Brasil, onde o federalismo não funciona na prática, e as eleições
dependem de um comando centralizado no TSE em Brasília, a possibilidade de
fraude eleitoral aumenta exponencialmente. Ainda mais se quem preside o TSE é
um ex-advogado do PT.
Havia tempos
circulavam denúncias da contratação por parte do PT de dois hackers, um americano
saído de Harvard e do MIT, banido em seu país, e um brasileiro. Os dois foram
inclusive fotografados em diversas ocasiões ao lado do Lula e outros chefes do
PT.
Hackers são essencialmente programadores, e quem sabe programar sabe também
desprogramar, ou no jargão popular, quebrar programas. Parte destas informações pode ser encontrada no site: http://www.jornaldapaulista.com.br/site/page.php?key=4271
O objetivo do PT teria sido interferir no sistema interno das urnas eletrônicas e desviar votos para os candidatos do partido. Segundo denúncias, inclusive de candidatos em pleitos anteriores, o sistema adulterado já teria sido utilizado em diversas eleições municipais no Brasil, inclusive na eleição presidencial de 2010.
O objetivo do PT teria sido interferir no sistema interno das urnas eletrônicas e desviar votos para os candidatos do partido. Segundo denúncias, inclusive de candidatos em pleitos anteriores, o sistema adulterado já teria sido utilizado em diversas eleições municipais no Brasil, inclusive na eleição presidencial de 2010.
Após o último
pleito, a oposição representada principalmente pela coalizão PSDB/DEM tem se
mostrado relutante em abordar a questão da fraude eleitoral. Os principais
referentes, notadamente o candidato derrotado Aécio Neves, preferiu mostrar que
continuava no jogo democrático e aceitava o resultado das urnas. Depois,
houve um pedido de recontagem de votos, o que é altamente improvável: o sistema
em si não prevê nem permite esse procedimento.
Esta situação deixa aproximadamente
metade do país insatisfeito. Com urnas adulteradas, a democracia torna-se
um jogo de cartas marcadas em que o perdedor só participa para dar legitimidade
a um processo essencialmente ilegítimo ou, para usar uma expressão bem brasileira, para inglês ver.

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