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Mostrando postagens com o rótulo Petrobras

Está faltando gente nas cadeias

Luciano Coutinho foi presidente do BNDES por 9 anos, de 2007 (governo Lula) até 2016 quando perdeu o posto com o impeachment de Dilma. Na sua biografia consta que Luciano Coutinho , PhD em Economia pela Universidade de Cornell (EUA), professor e escritor de vários livros, é especialista em economia industrial e internacional. De alguém com um currículo assim à frente do poderoso BNDES esperava-se um grande avanço na política industrial brasileira. Ao contrário, sua gestão deixou um verdadeiro rosário de prejuízos , não apenas para o BNDES, mas também para os fundos de pensão, na casa dos R$ bilhões, em empréstimos , alguns de difícil recuperação e outros diretamente incobráveis, e que somente agora estão sendo investigados e trazidos à luz pelo TCU. Foi durante a presidência de Luciano Coutinho que o BNDES liberou, de forma muito suspeita, empréstimos bilionários para a JBS/Friboi que, de empresa em situação quase falimentar passou a comprar frigoríficos e d...

Coisas de que os militantes do PT não costumam lembrar

Durante a manifestação da CUT – que deixou montanhas de lixo – na frente da sede da Petrobras na Av. Paulista, um militante do PT de colete laranja distribuía um panfleto que dizia "Tire o corrupto da política tirando dela o dinheiro que o atrai!" , assinado pelo “Núcleo do PT da Vila Buarque” . A primeira vista, a gente poderia achar que o objetivo era acabar com o financiamento de campanhas políticas por parte de empresas, uma vez que o eleitor pessoa física estaria em desvantagem frente ao poder econômico da pessoa jurídica.  Em nosso imperfeito sistema eleitoral, com a omnipresença do Caixa 2 , para o qual a Justiça Eleitoral costuma fazer vista grosa, doações de empresas deixam o candidato eleito de rabo preso . Muito louvável, mas tem um porém: Fernando Haddad se elegeu em São Paulo graças a maciças doações -  64% do total -  de construtoras para as quais precisa agora conseguir terrenos. Por isso avança sem dó sobre áreas de mananciais e ZERs. E a campanha d...

PETOBÁIZ

Nos idos de 2002 chegava a ser cansativa a forma como antes, durante e até depois da campanha, o candidato e presidente-eleito Lula martelava incessantemente com o bordão Petobáiz , no particular sotaque do chefe do PT. Em seus discursos, FHC e o PSDB representavam o demônio que tinha “privatizado” a maior estatal brasileira, que Lula e o PT iriam resgatar para o povo brasileiro. As acusações iam desde entregar o patrimônio nacional ao capital privado, até a compra superfaturada de plataformas no exterior, prejudicando a indústria e os trabalhadores brasileiros. De tanto insistir ao melhor estilo Joseph Goebbels (o famoso ministro da propaganda de Hitler) com acusações falsas que disparava sem nunca provar, e com a conveniente ajuda de um espirro do sistema capitalista mundial, a maioria do eleitorado brasileiro - que pouco antes tinha se refestelado na orgia de consumo do Plano Real - se assustou e permitiu ao Lula o que ele, confessadamente, tanto desejava: chegar ao poder. ...