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Mostrando postagens com o rótulo educação

“Estamos há __ dias sem governo na corrupção federal”

Não deixa de surpreender a capacidade do governo Bolsonaro de gerar escândalos. Membros de seu governo continuam se envolvendo em casos de corrupção. Justo ele que, não muito tempo atrás, se gabava de ter acabado com a corrupção. Meses atrás assistimos ao Covaxin-gate , em que um bando de patetas corruptos do Ministério da Saúde (MS) reservou R$ 1,67 bilhão para a compra de uma vacina inexistente, sem aprovação da ANVISA , com pagamento antecipado, e comissão paga no exterior, em operação triangulada por personagens estranhos como um PM de MG, e uma empresa de fachada em Singapura. O caso que nos ocupa agora envolve nada menos que pastores da chamada bancada evangélica . Ficamos sabendo esta semana que esses supostos homens de Deus se apropriam das suculentas verbas do Ministério da Educação para distribui-las com critérios non sanctos . O próprio ministro da Educação, Milton Ribeiro , é pastor evangélico. Porém, não se conhece nada de positivo que tenha feito pela paupérrima educação ...

A demagogia e o tamanho do PIB

Algumas semanas atrás, em ato no NE, a presidente Dilma declarou: "Uma grande nação deve ser medida por aquilo que faz para suas crianças e adolescentes. Não é o PIB, é a capacidade de o pais, do governo e da sociedade de proteger seu presente e seu futuro." Em teoria, Dilma está correta, mas todos sabemos que , se o crescimento do PIB brasileiro apresentasse números mais vigorosos, ele seria vendido à população como o triunfo da política econômica do governo. Falar em educação no Brasil até agora não passa de conversa. Nos últimos 40 anos (1970-2010) o Brasil tem investido em média 4% do PIB, porcentagem similar à Coreia. Não obstante, no PISA (OCDE), a Coréia está em 2do. lugar, e o Brasil em 53ro. (Chile 44, Uruguay 47). Nos últimos anos, Brasil tem investido 5,4% do PIB, mais do que a Suíça (5,39%). Nem por isso o Brasil se destaca no quesito educação. Segundo o Prof. Davi Silber (Macroeconomia, FEA-USP) o Brasil gasta mal. As causas, já conhecidas, são:...

Horror de sexta-feira 13

Hoje, na CBN, uma interessante discussão originada pelo fato de o Ministério da Educação (MEC) ter lançado recentemente um livro com o sugestivo nome de "Por uma vida melhor", no qual são convalidadas expressões erradas do falar popular como, por exemplo, "nóis pega o peixe". O livro já estaria sendo distribuído às escolas do país. Com a polêmica naturalmente gerada, a explicação do MEC é que a inclusão deste tipo de expressões visa combater a discriminação que muita gente sofre por não saber falar corretamente. Num país com as dificuldades e os desafios do Brasil é de se esperar que milhares, talvez milhões de brasileiros não saibam conjugar corretamente os verbos. Contudo, o fato de a maioria em seu bairro/cidade/estado falar errado não torna esse jeito de falar correto. E ninguém vai "viver melhor" por falar errado. Ao contrário, a língua faz parte dos bens fundamentais da cidadania. Falar errado significa degradação. Em lugar de validar esse jeito de ...