Luciano Coutinho foi presidente do BNDES por 9 anos, de 2007 (governo Lula) até 2016 quando perdeu o posto com o impeachment de Dilma. Na sua biografia consta que Luciano Coutinho, PhD em Economia pela Universidade de Cornell (EUA), professor e escritor de vários livros, é especialista em economia industrial e internacional.
De alguém com um currículo assim à frente do poderoso BNDES esperava-se um grande avanço na política industrial brasileira. Ao contrário, sua gestão deixou um verdadeiro rosário de prejuízos, não apenas para o BNDES, mas também para os fundos de pensão, na casa dos R$ bilhões, em empréstimos, alguns de difícil recuperação e outros diretamente incobráveis, e que somente agora estão sendo investigados e trazidos à luz pelo TCU.
Foi durante a presidência de Luciano Coutinho que o BNDES liberou, de forma muito suspeita, empréstimos bilionários para a JBS/Friboi que, de empresa em situação quase falimentar passou a comprar frigoríficos e diversas outras empresas no Brasil, na Argentina, e até nos EUA, e se tornou a maior processadora de proteína animal do mundo.
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José Sergio Gabrielli foi presidente da Petrobras, maior empresa brasileira, por 7 anos, de 2005, governo Lula, até 2012, quando foi sucedido por Maria das Graças Foster no governo Dilma. Antes, Gabrielli havia sido secretário de Planejamento da Bahia (governo Jaques Wagner). Na biografia diz que Gabrielli é PhD pela Universidade de Boston, e foi pesquisador visitante da London School of Economics, de Londres, uma das mais prestigiosas do mundo. Ele é também professor da Universidade Federal da Bahia e escritor de artigos e livros.
Com um currículo tão impressionante, esperava-se de Gabrielli que levasse a Petrobras a novos patamares. Ele não decepcionou: seguindo as ordens de seu chefe direto, o presidente Lula, que o nomeou para a estatal, Gabrielli tornou a empresa um antro de corrupção e desperdício de recursos.
Foi durante a gestão de Gabrielli que a Petrobras consolidou a compra super hiper faturada da refinaria sucateada de Pasadena, Texas, na verdade decidida em 2006, quando Dilma Rousseff, suposta especialista em assuntos de energia, era presidente do Conselho de Administração da empresa. Por uma refinaria velha, enferrujada e imprestável, avaliada na época em aprox. US$ 40 milhões, a estatal brasileira acabou pagando mais de US$ 1,25 bilhão.
Pois é, está faltando gente nas cadeias do país.

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