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Colgados de una Selección – Parte 2

Uno no deja de sorprenderse con la pasión, mejor dicho, el fanatismo que el fútbol despierta en todo el mundo. En cualquier partido de básquet o vóley se ven muchos más lances bonitos y tantos que en una partida de fútbol, que muchas veces termina en 0x0. Aun así, es el fútbol el que lleva decenas de miles de personas a un estadio y pone millones frente a una TV. En Arabia Saudita, quién diría, las autoridades decretaron feriado por el triunfo sobre Argentina, algo impensable en otros tiempos. En Argentina, como siempre, 45 millones de DTs opinan que Lionel Scaloni tendría que haber sacado a este y puesto a aquel otro. Los cuatro días anteriores al partido con México fueron terribles. El DT argentino anunció que haría cambios y salió con un 4-4-2 : E. Martínez; Montiel, Otamendi, L. Martínez, Acuña; Di María, De Paul, Rodríguez, Mac Allister; Messi, L. Martínez, una formación si se quiere cautelosa, pero con la presencia del enérgico lateral Acuña para el desborde por la punta izquie...

Colgados de una Selección – Parte 1

  Imposible no dedicarle unas líneas al Mundial Qatar 2022. Iba a hacerlo antes, pero preferí esperar para bajar un poco la ansiedad. La derrota con Arabia Saudita  tomó de sorpresa a todos. Argentina , como siempre una de las favoritas, venía de 36 partidos sin perder y podría igualar el récord de invencibilidad de Italia : 37 partidas. La Selección Argentina salió al campo con una típica formación 4-2-3-1: E. Martínez; Molina, Romero, Otamendi, Tagliafico; De Paul, Paredes; Di María, Messi, Gómez; L. Martínez. En el 1er tiempo Argentina empezó arrinconando a los sauditas: al 1’30” Messi pudo haber marcado con un fuerte zurdazo perpendicular al arco dentro del área que el buen arquero saudita desvió. A los 9’ tuvo un claro penal a favor: el defensor saudita le hace a Paredes um tackle de rugby que Messi convierte en gol. A partir de allí el muy disciplinado equipo saudita, entrenado por el rígido francés Hervé Renard , adelantó sus líneas para marcar a los delanteros argen...

O “Efeito Orloff”, mais uma vez

  Nos anos 1980 uma marca de vodca produziu um recordado comercial de TV com o bordão  “Eu sou você, amanhã”  que acabou virando um clássico publicitário, além de metáfora de como, na política e na economia , o que acontecia na Argentina acabava se reproduzindo tempo depois no Brasil . Nas últimas três décadas a profecia se cumpriu várias vezes. Aquele recordado comercial de TV pode ser revisitado aqui . Cantei essa bola tempos atrás: a torpeza de Bolsonaro acabaria por nos trazer o PT de volta . Para mostrar que, quase quatro décadas depois, o “Efeito Orloff” continua vigente, em 2019   na Argentina,   Macri cometeu erro similar: durante seu bem-intencionado, mas fracassado governo, não se empenhou para que os muitos crimes da quadrilha kirchnerista  fossem punidos. De forma inocente, Macri acreditou que, apesar de seu desastroso manejo da economia, bastava com " el  cuco" de Cristina Kirchner para se reeleger.  Acabou derrotado no 1ro turn...

M&M: duas desgraças para o Brasil

  Faltam poucos dias para a eleição presidencial. Segundo as pesquisas, 75% do eleitorado declara sua preferência por dois  candidatos M&M: Molusco ou Mandrião . É fato que nenhum dos dois tem um projeto viável para o Brasil . Explico. Se eleito, o Molusco vai retomar o plano do Foro de São Paulo que foi primeiro favorecido pelo boom das commodities, e a seguir interrompido pelo impeachment. Este plano consiste em impor ao Brasil (e à América Latina inteira) um regime similar ao chavista   bolivariano , por sua vez inspirado em outro rotundo fracasso mundial, o castrismo cubano . Os excepcionais preços internacionais das commodities, que se mantiveram altos durante todo o governo do Molusco , os fez acreditar que a bonança duraria para sempre, e o caminho ao Socialismo do Século XXI seria suave e pavimentado pela Petrobras que, com suas fartas tetas alimentaria seus aliados nacionais e estrangeiros. Foi assim que a estatal brasileira de petróleo perdeu 90% de se...

Russia’s invasion of Ukraine: 7 months on

  The invasion of Ukraine by Putin’s Russia is today 7 months old.  These are a few of the opinions I have been posting on social networks even before the Russian invasion began. This saga begins in 2014 when suddenly, and without prior notice, Putin sent his troops to invade and annex the Crimea peninsula that so far Russia had been leasing from Ukraine. At the time, the NATO countries and the USA refused to see the danger. Some even said,  “Well, after all, the Crimea peninsula had always been Russia’s” . Then in February 2022 Putin started to pile up tanks and troops along the Russian-Ukrainian and Belarus-Ukrainian borders. One had to be too dumb not to see it coming. Putin tried to fool the world with allegedly joint military exercises  with the Belarus’ puppet regime. It was clear then that Russia’s real intentions were to get ready for the invasion with the excuse to defend the Eastern Ukraine Russian-speaking separatist provinces. At first the West washed...

As mentiras que Lula contou na entrevista com William Waack

Em 12/09 , o candidato Lula se submeteu à   sabatina  de  William Waack  na CNN Brasil  ( Jair Bolsonaro foi o único candidato que não respondeu ao convite). Entre outras coisas, Lula tentou separar seu governo do de  Dilma , admitiu corrupção, culpou Aécio Neves pela atual  animosidade   contra ele, e comparou Bolsonaro a Hitler e Mussolini . Aqui analiso alguns trechos: Waack: Sua própria carreira política recente esteve pendurada numa decisão do STF, foi por culpa dela que o senhor foi para a cadeia, e foi por culpa de outra decisão do STF que o senhor está podendo participar da eleição agora. O que o senhor faria diferente? O impeachment de ministros do STF, por exemplo, estaria na sua agenda? Lula: Deixa eu te contar uma história fantástica. Pela primeira vez na história do Brasil, eu sou culpado de ser inocente. É fantástico, porque eu disse o tempo inteiro que tinha um juiz mentindo, que tinha um grupo tarefa do Ministério Públi...

Argentina: Cuesta Abajo

  Tres semanas después de llegar al gobierno con pompa de superministro Sergio Massa no ha podido aun nombrar a su vice, alguien que entienda de veras de Economía – Massa se recibió tardíamente de abogado – y le maneje el ministerio mientras él se dedica a promover negocios para sus   empresarios  amigos y hacer campaña anticipada para 2023.  Todos los que fueron convidados le dijeron que no y era previsible: la situación económica y social argentina está tan deteriorada que cualquier economista de carrera sabe que no podrá implementar políticas mínimamente coherentes sino sólo las que CFK le permita. Así, a menos que ocurra un improbable milagro, la estrella de Sergio Massa se apagará mucho antes de lo que se imagina. No existe magia que le permita ganar tiempo. En realidad, lo que Massa hizo hasta ahora fue perder tiempo y generar expectativas con anuncios de lo que anunciaría. Esta etapa se terminó con el anuncio del tarifazo – como él mismo lo llamaba ...